Certificação Energética, uma nova forma de poupar

2018-06-25

O certificado energético é obrigatório na comercialização de uma habitação, mas, mais do que uma obrigação, a certificação dos edifícios deve ser vista como um investimento no próprio imóvel e uma mais-valia para a redução de custos e poupança ambiental.

Ao certificar um imóvel, seja este habitacional ou escritório, o proprietário está a investir na deteção de possíveis pontos de melhoria ao nível do desempenho energético do imóvel, e, por consequência, a abrir portas à introdução de melhorias para a redução de consumos e eliminação de possíveis problemas.

O tema da eficiência energética está na ordem do dia e os portugueses estão cada vez mais sensíveis a esta vertente sustentável da poupança. Nos novos edifícios, esta preocupação está assumida desde o início da sua construção e, antes, do seu planeamento. Nos edifícios já existentes, a preocupação passa pela sua adaptação ao novo quadro legal. Com a vaga de reabilitações que está a ser vivida nos dois principais núcleos urbanos nacionais, Lisboa e Porto, a necessidade de certificação energética torna-se ainda mais premente.

No caso dos grandes edifícios de serviços, a preocupação com a eficiência energética das infraestruturas já faz parte do desenvolvimento do próprio projeto. A certificação energética vem depois de uma auditoria que permite ao proprietário ou utilizador do edifício entender como a energia pode ser consumida, agir em conformidade para a sua redução e, consequentemente eliminar desperdícios de consumo. No final do processo, a fatura energética será substancialmente reduzida (poupanças rondam os 30% por ano) e esta preocupação com o consumo de energia tende a estar cada vez mais presente na gestão diária dos responsáveis empresariais.

Assim como a importância da separação de resíduos e a reciclagem levaram o seu tempo a entrar na vida e rotinas do consumidor e das próprias empresas também a certificação energética está a fazer o seu percurso.

Mas este caminho faz-se caminhando e o apoio de entidades reguladas é crucial. Ter um certificado energético é muito mais do que ter um papel.

O objetivo é simples: 1º) Ajudar o cliente a encontrar a melhor solução para o seu imóvel. 2º) Avaliar o seu desempenho energético. 3º) Sugerir soluções para tornar as habitações mais confortáveis, eficientes e económicas. 4º)
Atribuir uma etiqueta de desempenho energético que classifica os edifícios ou frações numa escala de classes energéticas que varia de A+ (mais eficiente) a F (menos eficiente).

Através deste serviço, profissionais especializados diagnosticam o desempenho energético e qualidade do ar interior nos edifícios. Ao mesmo tempo, disponibilizam ferramentas para que os proprietários possam ajustar o funcionamento dos seus imóveis e/ou investir na melhoria do conforto e redução de consumos de uma forma ponderada e refletida.

Neste momento, cerca de 80% dos certificados emitidos dizem respeito a edifícios de habitação. Particulares, proprietários ou arrendatários dessas habitações, podem (e devem) reforçar o benefício alcançado com a certificação energética do imóvel adotando alguns procedimentos para melhorar o seu bem-estar. O que importa reter é que a certificação energética veio para ficar.
O certificado é sinónimo de valorização do imóvel no mercado imobiliário e permite alcançar poupanças anuais na ordem dos 30%. O conforto e bem-estar dentro da própria habitação pode ser melhorado significativamente através de medidas de eficiência energética que, ao mesmo tempo, rentabilizam o imóvel.

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